“Dia dos Irmãos”: livro de José Ribeiro e Castro que assinalou a data comemorativa dos Irmãos.

Eunice Mendonça (Portugal). Resultado da recolha de vinte e quatro testemunhos, pode sobre ele dizer-se, como o fez Eça de Queiroz na obra Correspondência, que “a sua beleza está em não ser quase um «livro», uma coisa impressa, mas uma grande realidade viva, em que nada é de papel e tudo de substância viva”.

Trata-se de um conjunto de textos, na primeira pessoa, em que cada um dos “autores dá um testemunho diferente, olhando o tema a partir de ângulos diferentes, num conjunto muito variado e muito rico, que cativará os irmãos que o lerem e não deixará indiferentes os filhos únicos”.

Atravessa-o a ideia da ligação fraterna como intensa e perene. Inextinguível, não só pelo facto, simples mas rico, de que “os irmãos e irmãs são aqueles que normalmente nos acompanham ao longo da vida” mas, sobretudo, porque “o que acontece entre irmãos é único, irrepetível, molda a nossa vida para sempre”, nas palavras de Margarida Gonçalves Neto, um dos testemunhos vivos que integram o livro. 

O livro é, também, uma homenagem ao irmão do autor, Fernando Ribeiro e Castro, fundador e primeiro Presidente da Assembleia Geral da Confederação Europeia das Famílias Numerosas (APFN) e da European Large Families Confederation (ELFAC), em Portugal, que nos legou o pensamento: “Se queres ver uma criança feliz, dá-lhe um irmão. Se a queres ver muito feliz, dá-lhe muitos irmãos”, utilizado como mote para a sensibilização da importância das famílias numerosas. 

Da mesma forma que a criança, com as suas graças, aporta felicidade e dá sabor à vida, também o autor espera que a leitura deste livro “inspire [o leitor] a fazer uma graça qualquer às suas irmãs ou seus irmãos. Que o inspire a lembrar as suas histórias e a dar testemunho delas no seu espaço pessoal e familiar e na sociedade em que vivemos”.

Por todos os testemunhos que compõem o livro, perpassa uma ideia de esperança, que enaltece e dá relevância ao amor fraternal, enquanto sentimento ímpar e valioso; que para alguns pode, inclusive, ser sentido e vivido, fora dos laços de consanguinidade que ligam os irmãos biológicos.

É o caso de Roberto Carneiro, quando afirma, com regozijo: “a Providência foi-me prodigalizando irmãos autênticos, não de sangue, mas de laços ainda mais fortes e inquebrantáveis, ao longo da vida”.

 


NOTA BIOBIBLIOGRÁFICA: Eunice Mendonça é Professora, com Licenciatura em Mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes (FLUP). É atualmente Doutoranda do Curso de 3.º Ciclo em Estudos Literários, Culturais e Interartísticos, igualmente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Colaboradora regular do Mundiario, Primer periódico global de análisis y opinión (online). Tem no seu currículo variadas iniciativas na área do Ensino da Língua Portuguesa e Cidadania em contexto escolar.

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